Criar peixes em viveiros de terra ou tanques escavados é uma das atividades mais recompensadoras e, potencialmente, lucrativas do setor agropecuário e do hobby de aquarismo em larga escala. No entanto, o sucesso na piscicultura não depende apenas de colocar os peixes na água e alimentá-los. Existe um ecossistema complexo que precisa de equilíbrio.
Seja você um produtor focado em espécies comerciais como o Tambaqui e a Tilápia, ou um entusiasta de peixes ornamentais em grandes lagos, o manejo correto é o divisor de águas entre a produtividade e o prejuízo. Neste artigo, vamos mergulhar nos cuidados essenciais para manter seu viveiro saudável e seus peixes em pleno desenvolvimento.
Antes mesmo de pensar nos alevinos, o foco deve estar na estrutura. Um viveiro mal preparado é um convite para doenças e fugas.
Na piscicultura, dizemos que "não criamos peixes, criamos água". Se a água está boa, o peixe cresce.
Não adianta ter um viveiro perfeito se a genética do peixe é ruim. Compre alevinos de fornecedores certificados.
A ração representa cerca de 60% a 70% dos custos de um viveiro. Manejá-la bem é economia e saúde.
Peixe doente raramente se cura dentro de um viveiro grande; a chave é a prevenção.
A temperatura influencia diretamente o metabolismo dos peixes (animais pecilotérmicos).
O manejo de retirada deve ser feito com cuidado para não ferir o peixe (o que causa perda de valor de mercado) ou estressar os que ficarão no tanque.
Cuidar de peixes de viveiro é uma ciência que exige paciência e observação constante. Ao equilibrar a qualidade da água, a nutrição correta e o manejo sanitário, você garante animais saudáveis, um crescimento acelerado e um ecossistema equilibrado. Lembre-se: o viveiro é um reflexo do cuidado do piscicultor. Dedique tempo à manutenção e os resultados virão à tona, literalmente!
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